Era uma vez um país chamado Portugal.
Antes do Revolução dos Cravos, as pessoas não eram livres.
O país era governado por António de Oliveira Salazar e depois por Marcelo Caetano. As pessoas não podiam dizer o que pensavam. Se falassem mal do governo, podiam ser presas pela polícia chamada PIDE. Havia também muitos jovens que tinham de ir para a guerra em países longe, como Angola, Moçambique e Guiné-Bissau.
Mas um dia, algo muito importante aconteceu.
No dia 25 de abril de 1974, um grupo de militares, chamado Movimento das Forças Armadas (MFA), saiu à rua para mudar o país. Eles queriam liberdade e paz. As pessoas ficaram felizes e juntaram-se aos soldados. Uma florista começou a dar cravos vermelhos aos militares. Os soldados colocaram os cravos nas suas armas, mostrando que queriam paz e não luta.
Nesse dia, quase não houve violência. Foi uma revolução pacífica.
A partir desse momento, Portugal mudou: as pessoas passaram a poder falar livremente, votar e viver em liberdade. E assim, os cravos ficaram para sempre como símbolo de um país mais justo e livre.
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