Bem vindo ao blogue das Bibliotecas das EBG e da EBVNT.
Aqui divulgaremos as atividades que vão acontecendo na biblioteca, os materiais que recebemos, os livros de que gostamos, os sites que recomendamos...
Realizou-se a entrega de prémios aos vencedores das Ortografíadas, iniciativa que contou com a participação de cerca de uma centena de alunos. O momento foi também marcado por um agradecimento a todos os participantes, bem como aos docentes e colaboradores envolvidos, cujo contributo foi essencial para o sucesso da atividade.
Nos dias 29 e 30 de abril, as escolas do 1.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Gouveia receberam a contadora de histórias Virgínia Millefiori, que dinamizou quatro sessões, com ou sem livro na mão, plenas de imaginação e alegria, excelentes exemplos de narração oral e leitura expressiva, contribuindo para o desenvolvimento do gosto pela leitura, da expressão oral e da criatividade dos nossos alunos. Estes momentos transportaram os alunos, à semelhança da personagem Alice, para universos mágicos das histórias, sendo acolhidas com entusiasmo por toda a comunidade escolar.
Na última semana, alunos do 4.º ano e do 2.º ciclo da Escola Básica de Gouveia participaram numa visita educativa à sala Snoezelen. A atividade reuniu alunos com necessidades educativas específicas, promovendo o bem-estar e o autoconhecimento sensorial. A professora de Educação Inclusiva explorou a sala Snoezelen com os alunos, enquanto a professora bibliotecária deu continuidade ao processo através do convite à leitura do álbum “Batista Autista”, exposto na parede de acesso à mesma.
O livro ilustrado “Batista Autista” tem vindo a conquistar espaço nas salas de aula e bibliotecas escolares como uma poderosa ferramenta de sensibilização para o autismo. A obra conta a história de Batista, um menino autista que convida os leitores a conhecer o seu mundo, repleto de sons intensos, luzes demasiado brilhantes, toques que incomodam e rotinas que trazem tranquilidade. Através de ilustrações expressivas e de uma linguagem acessível, o livro permite que crianças e adultos compreendam melhor as características do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), promovendo a empatia e a compreensão entre colegas, professores e famílias.
Os alunos do 4.º A e B leram o texto dramático “Composição e Ditado” nas turmas do 1.º ciclo da EBG, com exceção do 3.º A, onde dois alunos apresentaram um texto ao resto da turma. Também o grupo do 2.º ciclo de Educação Inclusiva assistiu à leitura do texto.
Esta atividade teve como principal objetivo promover a leitura expressiva e incentivar a reflexão sobre os valores de liberdade e democracia associados ao 25 de Abril.
Os alunos do 6.º ano assistiram à peça de teatro “Os Piratas”, no âmbito da leitura da obra que está a ser trabalhada em sala de aula. A atividade teve como objetivo complementar o estudo do texto literário através da sua representação dramática. O espetáculo foi marcado pelo humor, pela aventura e pela interação com os espectadores, o que tornou a experiência mais envolvente.
Os professores referiram que o contacto com o teatro contribuiu para reforçar a compreensão da obra e para motivar os alunos para a leitura. Os estudantes mostraram-se entusiasmados ao reconhecerem cenas e diálogos já estudados em sala de aula
Os alunos do 4.º Ano A deram asas à imaginação e à criatividade numa atividade de Educação Artística inspirada na leitura da obra “A Maior Flor do Mundo”. Após explorarem a história, que destaca valores como o cuidado com a natureza e a importância de pequenos gestos, os estudantes foram desafiados a criar flores imaginadas utilizando apenas materiais reciclados.
Garrafas de plástico, tampas, jornais, cartão e outros resíduos ganharam nova vida nas mãos dos alunos, transformando-se em coloridas e originais composições. Cada flor refletiu não só a interpretação individual da narrativa, mas também uma consciência crescente sobre a reutilização de materiais e a sustentabilidade ambiental.
O Projeto de leitura em família continua porque o nosso compromisso com o prazer de ler não se limita a alguns dias do calendário. Convidar os pais a virem à escola para ler em voz alta não só promove o gosto pela leitura, como também reforça a importância do envolvimento familiar no processo educativo. Este momento especial permite às crianças verem os seus familiares como modelos de leitores, criando memórias positivas em torno dos livros e fortalecendo a ligação entre casa e escola.
Tal como numa caixa de sortido de
biscoitos- cheio de diferentes formas, recheios, cores e sabores. Esta
sessão procura oferecer oportunidades variadas no imaginário e na
geografia de vida de cada um. O que se apresenta é, na verdade, o
reflexo de quem as conta - Virgínia Millefiori, uma contadora de
histórias com interesses distintos e ecléticos que a ajudam a nomear o
mundo. Com o livro na mão ou sem livro, o repertório apresentado vai ao
encontro da época do ano em que se desenrola, do público que está a
ouvir e da história que quer sair.
Antes do Revolução dos Cravos, as pessoas não eram livres.
O país era governado por António de Oliveira Salazar e depois por Marcelo Caetano. As pessoas não podiam dizer o que pensavam.Se falassem mal do governo, podiam ser presas pela polícia chamada PIDE. Havia também muitos jovens que tinham de ir para a guerra em países longe, como Angola, Moçambique e Guiné-Bissau.
Mas um dia, algo muito importante aconteceu.
No dia 25 de abril de 1974, um grupo de militares, chamado Movimento das Forças Armadas (MFA), saiu à rua para mudar o país. Eles queriam liberdade e paz. As pessoas ficaram felizes e juntaram-se aos soldados.Uma florista começou a dar cravos vermelhos aos militares. Os soldados colocaram os cravos nas suas armas, mostrando que queriam paz e não luta.
Nesse dia, quase não houve violência. Foi uma revolução pacífica.
A partir desse momento, Portugal mudou: as pessoas passaram a poder falar livremente, votar e viver em liberdade. E assim, os cravos ficaram para sempre como símbolo de um país mais justo e livre.
Clica aquipara aceder ao texto "Composição e Ditado"
O dia 2 de abril é definido como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma data voltada para a conscientização da sociedade sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento marcada por desafios na comunicação e na interação social, assim como por comportamentos repetitivos e interesses restritos.
Mas e as qualidades, quem se lembrou de as valorizar?
Como enfrentar os obstáculos, se o mundo parece sempre tão difícil de organizar?
Existe sempre uma nova possibilidade e, para a descobrir, basta acreditar e ter sensibilidade.
Convidamos as turmas e professores interessados a refletir sobre o autismo e a diferença através da leitura do livro Batista Autista ( proposta para (1.º, 2.º no caso das turmas mistas) 3.º, 4.º, 5.º e 6.º anos), com a mediação da equipa da biblioteca. Este momento pretende promover a empatia, a compreensão e a valorização dos pontos fortes de cada pessoa, incentivando o diálogo e a construção de uma comunidade mais inclusiva. Juntos, vamos descobrir que cada forma de ver o mundo merece ser escutada, respeitada e acolhida.